Valeris
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Consultoria de operações e rotina de serviço

Uma consultoria de operações em São Paulo, em atividade desde 2016

A Valeris é uma consultoria de processos e operações sediada em São Paulo, especializada em oficinas, assistências técnicas e empresas de manutenção que atendem por ordem de serviço.

A Valeris nasceu em 2016, quando dois consultores que vinham da manutenção industrial resolveram atender oficinas e assistências com o mesmo método usado em fábrica. O escritório fica em São Paulo e a equipe atual é de oito pessoas: consultores de campo, uma analista de tempos e uma pessoa responsável pelos documentos.

Nossos clientes são oficinas mecânicas, funilarias, assistências técnicas autorizadas, empresas de manutenção predial e equipes internas de manutenção, quase sempre com 10 a 120 funcionários. Em geral nos chamam quando o trabalho não para e mesmo assim a entrega atrasa.

O trabalho segue sempre a mesma ordem: visita de reconhecimento, rastreamento de vinte ordens de serviço reais, entrevistas com balcão e bancada, oficina de redesenho com a equipe e redação dos documentos. O escopo, o prazo e a lista de entregas são fechados por escrito antes do primeiro dia, e cada etapa termina em um arquivo que o dono pode ler e contestar.

Não fazemos algumas coisas, e dizemos isso antes de assinar: não vendemos nem instalamos sistema de ordens, não treinamos técnica de reparo, não avaliamos o desempenho de pessoas e não assumimos o comando da oficina. Também não trabalhamos à distância: sem uma semana dentro da casa não há trabalho.

Duas pessoas conferindo o quadro de ordens abertas na recepção

Em atividade desde 2016

Dez anos atendendo oficinas, assistências e equipes de manutenção em São Paulo e no interior.

Equipe de oito pessoas

Consultores de campo, analista de tempos e redação de procedimentos, todos presentes na oficina.

De 10 a 120 funcionários

Oficinas mecânicas, funilarias, assistências autorizadas e manutenção predial.

Fora do nosso escopo

Não vendemos sistema, não ensinamos técnica de reparo e não avaliamos pessoas.

Como olhamos

A oficina é lida pela ordem de serviço, não pela agenda

A agenda diz o que se pretendia fazer. A ordem diz o que aconteceu: quando entrou, quantas vezes mudou de mão, quantos dias ficou esperando peça e quem assinou a saída. É por ela que começamos.

01Começamos pelo balcão, não pela bancada

A maior parte do que trava o box foi decidida na recepção: promessa de prazo dada sem olhar a fila, equipamento aceito sem checagem de entrada, contato do cliente anotado errado. Passamos os dois primeiros dias ouvindo o atendimento.

02Vinte ordens seguidas do começo ao fim

Escolhemos vinte ordens abertas e acompanhamos cada uma até a entrega, anotando data e hora de cada passagem de mão. O que aparece é sempre a mesma coisa: pouco tempo de serviço e muitos dias de espera.

03Espera e trabalho medidos em colunas diferentes

Somar as duas coisas esconde o problema. Separadas, elas mostram onde faz sentido mexer: raramente na mão do técnico, quase sempre na decisão que ninguém tomou.

04O técnico fala sem o dono na sala

Entrevista individual, com o combinado de que nada volta com nome. É assim que aparecem o improviso que virou hábito e a ferramenta que some da bancada toda semana.

05O quadro de boxes é montado junto com a equipe

Quem distribui serviço precisa enxergar a fila inteira numa parede. Montamos o quadro com a equipe, no formato que ela aceita manter, e voltamos para ver se continua atualizado.

Histórias

O que chegou, o que fizemos, o que ficou na casa

Casos de oficinas que passaram pelo trabalho, contados com a autorização de cada uma.

Oficina de máquinas agrícolas

teste final feito de memória

Cada técnico testava de um jeito. Escrevemos o checklist de teste com os três mais experientes. Ficou a lista de verificação e o campo de assinatura na ordem.
Assistência técnica de celulares

balcão sem triagem

Aparelho entrava sem checagem e aparecia arranhão depois. Colocamos conferência com foto na entrada, junto com o cliente. Ficou o termo de entrada e o roteiro de triagem.
Oficina de bicicletas

prazo prometido no chute

A recepção prometia dois dias com dez ordens na fila. Passamos a olhar o quadro antes de falar prazo. Ficou o quadro de boxes e a tabela de tempos por tipo de serviço.
Manutenção de elevadores

chamado sem histórico

Cada chamado começava do zero, sem saber o que foi feito antes. Criamos a pasta por equipamento com as últimas cinco visitas. Ficou o padrão de relatório de visita.

Conte quantas ordens estão abertas hoje e há quanto tempo

Com esses dois números já dá para conversar. Olhamos a fila, devolvemos em uma página o que chama a atenção e combinamos uma visita se fizer sentido para os dois lados.